Entre os dias 14, 15 e 16 de julho a coisa pegou fogo lá em São Paulo.
Já era sem tempo que um evento de tamanha importância para o meio publicitário voltasse a ocorrer e dessa vez o circo pegou fogo para defender os direitos da liberdade de expressão comercial.
Os publicitários criticaram as mais de 200 propostas no Congresso Nacional e o estudo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para restringir a propaganda de bebidas, remédios, alimentos, refrigerantes, autmóveis, entre outras.
"Tem sentido isso? A publicidade não causa obesidade, alcoolismo, acidentes domésticos ou de trânsito. É a publicidade que viabiliza do ponto de vista financeiro a liberdade de imprensa e a difusão de cultura e entretenimento para toda a população. É a publicidade que torna possível a existência de milhares de jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão, assim como de outras expressões da mídia. As leis existentes já são suficientes para garantir ampla proteção ao consumidor e seria demais pedir a um anunciante que proponha o desestímulo ao consumo", declarou Gilberto Leifert, presidente do Conar.
Assim como o III Congresso de Publicidade, realizado há 30 anos, ficou marcado pela criação do Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (Conar) este, que terminou nesta quarta-feira, também já foi considerado pelos organizadores histórico na mobilização pela luta a favor da liberdade de expressão. Na carta de encerramento, o IV Congresso denuncia e repudia todas as iniciativas de censura à liberdade de expressão comercial, inclusive as bem intencionadas, e defende a livre iniciativa e a liberdade de escolha do consumidor.
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